O impressionante domínio de Manning, Brady e Ben Roethlisberger na AFC

Big Ben venceu o Super Bowl 40

New England Patriots e Pittsburgh Steelers vão decidir a Conferência Americana no próximo domingo e definir qual será o representante da AFC no Super Bowl 51, que acontece no dia 05 de fevereiro, no Reliant Stadium, em Houston, no Texans. Um resultado esperado no início da temporada, já que os times apareciam como os mais fortes dentro da conferência, com muitos talentos individuais e bons técnicos.

A chegada de Pats e Steelers em mais uma decisão de conferência vai manter a soberania de três quarterbacks na AFC: Tom Brady, Ben Roethlisberger e Peyton Manning. Da temporada regular de 2003 até a atual temporada, um dos três QBs foi o representante da AFC no Super Bowl em 12 das 13 temporadas. E assim será em mais um ano, já que, se nenhuma lesão grave ocorrer, Brady ou Big Ben estarão liderando seus ataques no Super Bowl 51.

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Rex Grossman já jogou um Super Bowl

A única vez que um QB não chamado Tom Brady, Ben Roethlisberger ou Peyton Manning chegou ao Super Bowl pela Conferência Americana foi Joe Flacco, em 2013, quando liderou o Baltimore Ravens na conquista do Super Bowl 47. E esse domínio dos QBs também reflete na supremacia dos times. Desde a temporada 2003, só Patriots (Brady), Steelers (Roethlisberger), Colts e Broncos (Manning), além dos Ravens, apareceram no Super Bowl pela AFC.

Em comparação, a Conferência Nacional teve 11 quarterbacks diferentes defendendo suas equipes na pós-temporada e nove equipes na disputa pelo anel de campeão do Super Bowl. Um equilíbrio bem maior que na conferêcia concorrente, dominada pelos três quarterbacks. Veja a lista: Panthers (Jake Delhomme e Cam Newton), Eagles (Donovan McNabb). Seahawks (Matt Hasselback e Russell Wilson), Bears (Rex Grossman), Giants (Eli Manning), Cardinals (Kurt Warner), Saints (Drew Brees), Packers (Aaron Rodgers) e 49ers (Colin Kaepernick).

Apesar da pouca rotatividade na AFC, apenas nas temporadas 2003 e 2004 tivemos um quarterback indo pro Super Bowl em dois anos seguidos. Foi Tom Brady, com os Patriots, montando a dinastia de New England no início do século. Após este bicampeonato, nenhum dos QBs conseguiu repetir o título da conferência.

Se falarmos de títulos, Manning, Brady e Roethlisberger alavancaram uma reação da AFC. Antes da temporada 2003, a NFC tinha vantagem de 21 Super Bowls a 16. Do domínio do trio pra cá, são oito conquistas da AFC e cinco da NFC, equilibrando o número e deixando a Conferência Nacional com 26 a 24 de vantagem.

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