Como se saíram os times da NFC South no Draft 2017?

Mais um Draft ficou para a história, amigos! Agora fica a pergunta: como os times aproveitaram diante de uma classe excelente como a de 2017? O Que esperar daqui para frente? Vamos analisar todas as divisões e contar para você! Hoje é dia de analisar a NFC South!

» Round 1: (No. 26) Takkarist McKinley, DE/LB, UCLA.
» Round 3: (75) Duke Riley, LB, LSU; .
» Round 4: (136) Sean Harlow, OG, Oregon State.
» Round 5: (149) Damontae Kazee, CB, San Diego State; (156) Brian Hill, RB, Wyoming; (174) Eric Saubert, TE, Drake.

Não foi a classe mais talentosa de todos os tempos, mas o vice-campeão fez um trabalho decente no último Draft. Listamos as posições de pass-rushers e guard como prioridades e eles buscaram nomes que podem vingar.

A seleção de McKinley faz sentido na medida em que ele se encaixa bem no sistema defensivo e é o tipo do jogador que agrada o técnico Dan Quinn. O que surpreendeu a todos foi subir quatro posições para um jogador que provavelmente sobraria no final da primeira rodada. E mesmo se não sobrasse, havia outros pass-rushers de talento similar ainda na mesa.

Seah Harlow chega para suprir uma ausência notória do elenco, mas foi escolhido muito cedo pelo talento que possui. Brian Hill foi um claro steal e contribuirá em um backfield que já é muito bom.

» Round 1: (No. 8) Christian McCaffrey, RB, Stanford.
» Round 2: (40) Curtis Samuel, RB/WR, Ohio State; (64) Taylor Moton, OG, Western Michigan.
» Round 3: (77) Daeshon Hall, DE, Texas A&M.
» Round 5: (152) Corn Elder, CB, Miami.
» Round 6: (192) Alex Armah, FB, West Georgia.
» Round 7: (233) Harrison Butker, K, Georgia Tech.

Cam Newton deve ter comemorado demais o resultado do Draft dos Panthers: o time foi buscar dois jogadores extremamente dinâmicos e que devem confundir ainda mais as defesas adversárias com formações mirabolantes.

McCaffrey é uma ameaça real no backfield e deve tirar bastante a pressão dos ombros de Cam Newton. Curtis Samuel pode tanto atuar no slot como caregar o piano de vez em quando. Imaginem esses dois com o QB mais dinâmico da atualidade? Vem coisa boa por aí.

Taylor Moton chegou para reforçar a linha, mas ainda é pouco para as carências do setor. Para azar do time, essa classe de bloqueadores é extremamente ruim. Talvez o time teste Moton como right tackle no começo do ano.

» Round 1: (No. 11) Marshon Lattimore, CB, Ohio State; (32) Ryan Ramczyk, OT, Wisconsin.
» Round 2: (42) Marcus Williams, S, Utah.
» Round 3: (67) Alvin Kamara, RB, Tennessee; (76) Alex Anzalone, LB, Florida; (103) Trey Hendrickson, OLB, Florida Atlantic.
» Round 6: (196) Al-Quadin Muhammad, DE, Miami.

Na média, foi um bom Draft dos Saints, mas alguns pontos negativos precisam ser destacados. A primeira escolha talvez seja um consenso geral que tenha sido excelente: o time que precisava com urgência de um cornerback acabou faturando o melhor prospecto da posição na 11º escolha geral. Será um excelente reforço.

Agora, confesso que não entendi o time subindo para buscar um right tackle com um histórico de lesões – sendo que a defesa precisa de MUITA ajuda e a posição de RT não era uma necessidade imediata.

Outro ponto questionável foi trocar uma escolha de segunda rodada para subir buscar o RB Alvin Kamara. Eu entendo que estejam pensando no futuro da franquia na posição, mas não faz muito sentido sendo que o time possui Mark Ingram e Adrian Peterson no backfield.

» Round 1: (No. 19) O.J. Howard, TE, Alabama.
» Round 2: (50) Justin Evans, S, Texas A&M.
» Round 3: (84) Chris Godwin, WR, Penn State; (107) Kendell Beckwith, ILB, LSU.
» Round 5: (162) Jeremy McNichols, RB, Boise State.
» Round 7: (223) Stevie Tu’ikolovatu, NT, USC.

Antes dos novatos entrarem em campo, me arrisco a dizer que os Buccaneers fizeram a melhor escolha do Draft 2017 buscando AJ Howard na 19º posição! Um talento top 10, para alguns top 5, que acabou caindo no colo deles. Acredito que a equipe deveria ter um atleta em mente, mas os Bucs tiveram a visão de entender que Howard era muito bom para ser ignorado.

O esperado reforço para a secundária chegou na segunda rodada com um bom prospecto de safety, mas creio que o setor precisava ter recebido mais atenção do front office.

Chris Godwin foi mais um steal dos Bucs por ser cotado para a segunda rodada – será mais uma arma das muitas nas mãos de Jameis Winston para a próxima temporada. Pelo menos no papel esse é um ataque top 5 em 2017.

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