Prévia da temporada 2018: Como será o ano do Arizona Cardinals

SERÁ QUE HÁ ESPERANÇA DE PÓS-TEMPORADA NO DESERTO AMERICANO?

Na temporada passada, os Cardinals fizeram uma campanha exatamente de 50%: oito vitórias e oito derrotas. A intenção da equipe é chegar pela 6ª vez nos playoffs nos últimos 30 anos na NFL. Para isso, a reformulação nos QBs traz à tona quando iremos ver o promissor Josh Rosen assumir a titularidade da equipe do deserto americano.

O novo head Coach da equipe e na profissão, já que era coordenador defensivo do Carolina Panthers, Steven Wilks, vai ter de escolher entre o calouro e os experientes Mike Glennon e Sam Bradford. A linha ofensiva também está reconstruída. A defesa, carro-chefe do atual treinador, deve ter seis titulares distintos de 2017.

MAIS UMA VEZ DAVID JOHNSON É A APOSTA OFENSIVA

A principal arma ofensiva segue sendo David Johnson: o running back passou das mil e duzentas de jardas terrestres há duas temporadas e liderou a NFL com 20 TDs e pouco mais de 2 mil jardas totais. Porém, lesões o podem atrapalhar. Hoje, o quarterback mais próximo de iniciar a temporada é Sam Bradford – que conseguiu somente duas vezes completar 16 jogos, sendo a última há seis anos. Complicado!

Wilks e o novo coordenador ofensivo Mike McCoy receberão a tarefa de tentar melhorar uma unidade que terminou a temporada passada na 25ª posição em termos de pontuações e 30º lugar no quesito touchdowns nas últimas 20 jardas do campo. Isso tudo perdendo 12 jogadores (três running backs, três jogadores de passe e três jogadores de linha).

Chegaram ao clube o OG Justin Pugh, ex-Giants e OT André Smith, vindo do Cincinatti Bengals para proteção ao QB. Retornam de contusões para ajudarem no pocket ofensivo A.Q. Shipley e Mike Lupati. D.J Humpries é a maior esperança da linha ofensiva, mas volta de grave lesão.

Além de Rosen, que eles escolheram em 10º lugar depois de uma troca com os Raiders, eles pegaram um recebedor primeiro escalão: Christian Kirk, da universidade do Texas A & M. Além disso, chegou o center Mason Cole, de Michigan, recordista de corridas no ‘Fordham’s Chase Edmonds’ durante os tempos de College é uma arma boa para auxiliar nas conexões com Johnson.

Demoramos, mas ele chegou! Larry Fitzgerald. O veterano WR é a exemplificação da franquia aos 35 anos e na 15ª temporada da NFL. Ainda tem lenha para queimar, hein! A cara da franquia e futuro membro do Hall da Fama.

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DEFESA É TRUNFO PARA TEMPORADA

Ao lado de Baltimore Ravens e Denver Broncos, os Cardinals estão há três temporadas entre as 10 melhores defesas da liga. A força que era representada por Tyrann Mathieu e Tyvon Branch e outros como o LB Karlos Dansby e o cornerback Tramon Williams já não fazem mais parte do plantel.

Mesmo assim, segue sendo uma das mais temidas da liga: Patrick Peterson segue sendo um monstro e o DE Chandler Jones estabeleceu um recorde de franquia de tackles e liderou a NFL com 17 sacks na última temporada – além de  40,5 sacks, em média, a maior da liga.

Adicionado ao line-up defensivo temos o CB Brandon Williams e DE Markus Golden, foi o líder de sacks na temporada de 2016 (12,5) e retorna de contusão. Na parte de linebackers, temos os talentosos Josh Bynes, Deonne Bucannon e Haason Reddick.

FAVORITISMO EM 2018

Toda a incerteza em relação ao Arizona Cardinals está refletida nas casas de aposta Segundo dados do Oddsshark.com, a chance do time ganhar o Super Bowl é de 81 para um. Arizona é o 15º nome para vencer a NFC, com 34 para um, e o último dentro da NFC West: R$13 para cada real investido.

VAI ATÉ ONDE?

Como era de se esperar, Sam Bradford é o preferido para ser o titular do Arizona Cardinals, de acordo com a preferência do técnico. Mesmo com saídas chaves, a defesa segue forte, porém pensar em playoffs de forma imediata a essa reformulação não parece ser viável. Vaga mesmo em Wild Card será zebra. Se David Johnson superar as mil jardas e Fitzgerald ter um sprint final, dá para sonhar algo improvável.

PREVISÃO: 3º DA NFC WEST

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