Prévia da temporada 2018: Como será o ano do Washington Redskins

Alex Smith chega para levar o Washington Redskins à pós-temporada… será?

Em 2018, o Washington Redskins terá no seu plantel um novo QB: Alex Smith. O atleta chega para, teoricamente, elevar o nível do time que já vinha bem com Kirk Cousins (atualmente nos Vikings), mas não alcançava playoffs. O contrato do experiente quarterback é de quatro anos.

A rigor muito se tem dúvida se o valor gasto para trazer o atleta será recompensado, já que ele fez 1-4 na pós-temporada nos últimos cinco playoffs na antiga franquia, Kansas City Chiefs. O novo camisa 11 de D.C sabe que terá um elenco menos talentoso ao seu lado, mas com pressão ao nível Tom Brady para fazer um jogo a mais das 16 semanas da temporada regular! Segura!

Os Redskins não vencem um jogo de playoffs há 13 anos. O Head Coach Jay Gruden sabe que a vexatória derrota para os Giants custou a campanha acima dos 50% de aproveitamento, em 2017, o que causa uma certa dúvida dos torcedores sobre sua capacidade de elevar o nível do time.

QUARTERBACK NOVO FAZ ATAQUE SER INCÓGNITA

Depois da temporada mais produtiva da carreira, onde atingiu 26 TDs e 5 INT, o QB Alex Smith sabe que mais de uma década depois na NFL , é chegada a hora de comprovar expectativas de quando selecionado em 2005 como 1ª escolha do Draft pelos 49ers.

Os números de 2017 são animadores. Foram completados 341 passes dos 505 tentados. O rating superou 100 jardas com média de 8 por tentativa. Sensacional! Agora, como não é muito móvel, precisará ainda mais da proteção de sua linha ofensiva – especialmente de Trent Willams e Brand Scherff. Porém, tanto Williams quanto o OT Morgan Moses estavam inativos por conta de lesões e não se sabe como vão reagir nos jogos pós os amistosos de pré-temporada. Por conta disso, selecionaram na 3ª rodada do Draft 2018 o offensive tackle Geron Christian vindo de Louisville.

Os WRs da equipe são promissores e parecem estar prontos para darem um passo a mais na carreira na liga. Casos de Josh Doctson e Jamison Crowder. Também foi adicionado o wide receiver Paul Richardson, ex-Seattle Seahawks, onde fez a melhor campanha na carreira em 2017 com seis touchdowns. Já o TE Jordan Reed é um bom alvo para as conexões de ataque eventualmente, mas resta saber sua cabeça e os problemas físicos aguentarão fica fora de problemas! Difícil!

Por outro lado, correr com a bola não tem sido uma boa alternativa desde a saída do RB Alfred Morris em 2015. A franquia colocou as fichas em Derrius Guice, da LSU, mas o calouro se lesionou e está fora da temporada. Para substituí-lo, os Redskins trouxeram o veteraníssimo Adrian Peterson para fazer uma boa parceria com o promissor Chris Thompson. Será que ‘All Day’ ainda tem gasolina no tanque?

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DEFESA PROMISSORA PODE SER CHAVE POR VAGA

A franquia se dedicou na off-season em reforçar a defesa – que foi a pior contra o jogo terrestre – cedendo mais de 134 jardas por jogo. No Draft 2018 selecionaram o DT Da’Ron Payne da Universidade de Alabama e Tim Settle de Virginia Tech para impedir escapadas tão longas. Com a chegada do novato, o experiente DE Ziggy Hood pode ter mais chance de conseguir um tackle do que se preocupar em fazer coberturas em todos lados do campo. Porém, não se sabe o quão vai evoluir Payne do universitário para a liga profissional, pois foram somente três sacks em três anos atuando noCollege.

Para isso, contam com linebackers Zach Brown e Pernell McPhee pararem rapidamente o ataque adversário em busca de deixar sempre uma defesa descansada e pronta para um embate sempre que for necessário. Ainda temos o retorno de Jonathan Allen, o DE selecionado na 1ª rodada de 2017, que se machucou na semana 5 e no auge dos 23 anos quer mostrar a que veio na NFL. Baita agilidade.

Nesta composição defensiva ainda foi adicionado o CB Orlando Scandrick, do rival Dallas Cowboys, além dos cornerbackd Fabian Moreau e Quinton Dunbar para auxiliarem o explosivo e craque da posição, Josh Norman. Como safety seguirá D.J. Swearinger e Montae Nicholson na proteção final à end zone.

Favoritismo em 2018

É bem improvável falar de título quando o assunto é o Washington Redskins. Segundo dados do Oddsshark.com, a chance do time ganhar o Super Bowl é de 51 para um! Washington é o décimo segundo nome para vencer a AFC, com 26 para um, e o lanterninha dentro da NFC East: R$8 para cada real investido.

Vai até onde?

O Washington Redskins tem campanha de 64 vitórias, 95 derrotas e um empate nos últimos 10 anos na liga. Diferente dos atuais campeões, o Philadelphia Eagles, os Redskins se acostumaram a vencer oito jogos na temporada e nada mais. Será que Alex Smith pode elevar essa franquia de prateleira? Se a defesa der o salto de qualidade que se espera, o time pode brigar por playoffs. Agora, ainda é uma grande aposta.

Previsão: 4º da NFC East

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