Prévia da temporada 2017: Como será o ano do Cincinnati Bengals

2016 e a frustração de um ano perdido

Pra quem vinha chegando nos playoffs ano após ano, ficar de fora da pós-temporada em 2016 foi bastante duro. A defesa não sofria muitos pontos, mas também ajudava o ataque quando estava em dias ruins. Temporada também foi marcada por lesões em peças ofensivas chaves – mesmo que Andy Dalton estivesse em um dos melhores anos da sua carreira.

Nada que aconteceu em 2016 pode acontecer novamente. É bem verdade que muitos jogadores saíram, o que deixou um buraco enorme para ser preenchido. Mas isso não justifica a terrível temporada com uma ficha de 6-9-1. A. J. Green ficou seis jogos de fora, Tyler Eifert só começou duas partidas, Gio Bernard, principal reserva do jogo terrestre, também ficou de fora vários jogos e Mike Nugent teve aproveitamento abaixo dos 80%, que acabou levando na sua demissão.

Finalmente o jogo de abertura é em Cincinnati

Desde 2009 que os Bengals não começam uma temporada regular jogando a primeira partida na sua casa. Em 2017 as coisas serão diferentes. Primeiro jogo contra os Ravens, em Cincinnati, tem tudo para dar o gás inicial que o time vai precisar para depois apenas controlar no fim do calendário. Outra coisa bastante importante: os cinco primeiros jogos da equipe, antes da semana de folga, não são tão complicados.

Perdas significativas na defesa

O que vem sendo a melhor coisa dos Bengals nos últimos anos (talvez não tanto em 2016), a defesa sofreu baixas significativas e pode ser difícil de lidar com elas. Domata Peko, Wallace Gilberry e Karlos Dansby não compõem mais o roster da equipe e seus substitutos não mostram muita qualidade nos treinos e na pré-temporada. Pat Sims agora vai ganhar a titularidade, assim como Nick Vigil.

Para atuar no meio da segunda linha, Kevin Minter chega de Arizona para tentar botar ordem na casa. Vindo do banco e mostrando muito serviço na pré-temporada, o novato Carl Lawson pode vir a ser uma grande surpresa na temporada. Tem todas as qualidades para um bom linebacker. Já a secundária continua idêntica ao ano passado. O que fica difícil de saber se é bom, ou ruim.

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Favoritismo em 2017

Se a torcida dos Bengals já estaria feliz voltando aos playoffs, imagine levantando o Vince Lombardi em fevereiro. Segundo dados do Oddsshark.com, a chance do time ganhar o Super Bowl é de 51 para um. Cincinnati é apenas o décimo nome para vencer a AFC, com 26 para um, e o terceiro dentro da AFC North: rende R$3,50 para cada real investido.

Vai até onde?

Difícil prever a temporada dos Bengals se seus principais nomes não ficarem saudáveis. Principalmente as estrelas do ataque: A. J. Green, Tyler Eifert, Andy Dalton e Jeremy Hill. Ao que tudo indica, esta temporada quem vai ter que carregar o time nas costas é o ataque. Se terminar o ano com um aproveitamento de 9-7 podem ficar em 2º na divisão e abocanhar uma vaga para os playoffs.

Previsão: 3º da AFC North

Ingressos para a temporada 2016 da NFL

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