Análise do Draft 2019 na NFC North: notas do desempenho de Bears, Lions, Packers e Vikings

Chicago Bears

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373RB David Montgomery
4126WR Riley Ridley
6205CB Duke Shelley
7222RB Kerrith Whyte
7238CB Stephen Denmark

Listamos na análise pré-Draft que os dois setores mais carentes da equipe eram running back e wide receiver, portanto, difícil discordar das duas primeiras picks da equipe. Por mais que Chicago tenha entrado no relógio apenas na 3ª rodada, a direção conseguiu encontrar alguns bons nomes que vão contribuir daqui a algum tempo. Montgomery é um RB que se encaixa como uma luva no esquema de Matt Nagy, muito mais que Jordan Howard, e Riley Ridley foi um achado com a escolha 126º. Agora, pelo trauma que o time sofreu no ano passado, esperava um kicker nas últimas rodadas. Pela quantidade de picks que o time tinha em mãos, foi um bom trabalho.

Nota: 8


Detroit Lions

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18TE T.J. Hockenson
243LB Jahlani Tavai
381S Will Harris
4117DE Austin Bryant
5146CB Amani Oruwariye
6184WR Travis Fulgham
6186RB Ty Johnson
7224TE Isaac Nauta
7229DT PJ Johnson

Apesar de Hockenson ser um baita talento, o fato da equipe utilizar a 8ª escolha geral do Draft em um TE incomodou um pouco – ainda mais depois de ter feito mais um ‘reach’ buscando o LB Tavai na segunda rodada. Por que não contar com Devin Bush na primeira rodada e buscar um tight end na boa classe de 2019 na segunda? Difícil de entender. No geral, Detroit buscou uma classe mediana, mas sem jogadores com possibilidades de se tornarem grandes estrelas daqui a algum tempo. O fato do time não ter buscado um substituto para TJ Lang também deixou muito torcedor da franquia confuso.

Nota: 6,5


Green Bay Packers

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112DE Rashan Gary
121S Darnell Savage
244C Elgton Jenkins
375TE Jace Sternberger
5150DE Kingsley Keke
6185CB Ka’dar Hollman
6194RB Dexter Williams
7226LB Ty Summers

Após reforçar bastante a defesa no período de free agency, a expectativa era de que o primeiro Draft da era Matt LaFleur focasse em dar mais armas para Aaron Rodgers vencer jogos. Na prática, não foi o que aconteceu. Green Bay até buscou uma classe sólida de novos talentos, mas Jace Sternberger é muito pouco para um time que precisa de outros alvos para A-Rod fazer sua mágica. Apesar de um ligeiro reach, Rashan Gary pode contribuir bastante se ficar saudável; já Savage era tido por muitos como o melhor safety do Draft. Veremos se essa reforçada defesa conseguirá segurar as pontas e levar o time longe na próxima temporada.

Nota: 7


Minnesota Vikings

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118C Garrett Bradbury
250TE Irv Smith Jr.
3102RB Alexander Mattison
4114G Dru Samia
5162LB Cameron Smith
6190DT Armon Watts
6191S Marcus Epps
6193OT Oli Udoh
7217CB Kris Boyd
7239WR Dillon Mitchell
7247WR Olabisi Johnson
7250LS Austin Cutting

Embora os Vikings tenham reforçado a linha ofensiva, o setor mais carente da equipe, os diretores poderiam ter feito um trabalho muito melhor com as 12 escolhas que tinham em mãos. O principal problema foi, disparado, ter ignorado a segunda posição mais carente do elenco, a de defensive tackle, até a sexta rodada – sendo que essa era uma das classes mais talentosas dos últimos anos. Claro que o time precisava trazer um substituto para Kyle Rudolph, mas seria muito mais inteligente gastar a escolha de segunda rodada com um bom jogador de linha defensiva. A chegada de Alexander Mattison na 3ª rodada, para complementar Dalvin Cook, deixa claro que a ideia de Minnesota é ser um time que corre muito mais com a bola em 2019.

Nota: 6,5

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